Palestinos e Israelenses

Depois dos vários massacres dos palestinos, ainda nos tempos de hoje, encontram corpos de pessoas que vivenciaram aquele período caótico.

“O achado de restos de dúzias de pessoas em uma tumba coletiva na cidade israelense de Tel Aviv poderia testemunhar hoje, massacres feitos pelas milícias israelenses.”

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“Grupos armados formados por entidades sionistas tais como Irgun, Stern e Haganah foram responsáveis por matanças coletivas para obrigar a centenas de milhares de palestinos a abandonar seus lares e zonas de residências durante e após a guerra de 1948, desatada pela proclamação do Estado de Israel.” 

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Guerra Fria

Guerra Fria

A Segunda Guerra Mundial mal terminara quando a humanidade mergulhou no que se pode encarar, razoavelmente, como uma Terceira Guerra Mundial, embora uma guerra muito peculiar. Pois, como observou o grande filósofo Thomas Hobbes, ‘a guerra consiste não só na batalha, ou no ato de lutar: mas num período de tempo em que a vontade de disputar pela batalha é suficientemente conhecida’. A Guerra Fria entre EUA e URSS, que dominou o cenário internacional na segunda metade do Breve Século XX, foi sem dúvida um desses períodos. Gerações inteiras se criaram à sombra de batalhas nucleares globais que, acreditava-se firmemente, podiam estourar a qualquer momento, e devastar a humanidade. Na verdade, mesmo os que não acreditavam que qualquer um dos lados pretendia atacar o outro achavam difícil não ser pessimistas […] Á medida que o tempo passava, mais e mais coisas podiam dar errado, política e tecnologicamente, num confronto nuclear permanente baseado na suposição de que só o medo da ‘destruição mútua inevitável’ […] impediria um lado ou outro de dar o sempre pronto sinal para o planejado suicídio da civilização. Não aconteceu, mas por cerca de quarenta anos pareceu uma possibilidade diária.

HOBSBAWN, Eric J. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991, São Paulo: Cia. das Letras, 1995. p. 224.