E no poder, Presidente Ernesto Geisel

Tudo muito bonito, mas e o resultado?

” A crise do petróleo atingiu o país. O Brasil importava 80% do petróleo, e então o Governo Geisel ignorou a crise no começo, mas não conseguiu manter o crescimento econômico. A partir daí a inflação e a dívida externa só aumentaram.”

Como não dá atenção a um dos bens que mais se exporta?

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Petrobrás

Por meio da Lei nº 2004, de três de outubro de 1953, Foi fundada em 3 de outubro a Petrobras por Getúlio Vargas, com a finalidade de solucionar o grave problema do petróleo nacional. A empresa é responsável pela execução do monopólio estatal do petróleo para pesquisa, exploração, refino do produto nacional e estrangeiro, transporte marítimo, etc. As atividades ligadas ao setor de petróleo, gás natural e derivados, à exceção da distribuição atacadista e da revenda no varejo pelos postos de abastecimento, foram conduzidas pela Petrobras de 1954 a 1997.

Getúlio

 

 

 

 

 

 

 

E agora, a atual Presidenta, Dilma Rousseff leiloa nosso ouro negro, qual seria a vantagem?

Manifestantes de todos os cantos lutaram para que não ocorresse a entrega do nosso bem a empresas multinacionais, no qual acaba com qualquer investimento futuro.

“Manifestação reúne milhares na Paulista contra o leilão do petróleo”

“15 mil nas ruas do Rio contra os leilões do petróleo”

“Manifestações pelo país pedem cancelamento de leilão de petróleo”

Não aos leilões!

 

 

“Leilão é privatização! O petróleo é nosso e não abrimos mão!” – slogan das manifestações

 

Era Vargas

Governo Provisório (1930 a 1934)

– Adotou uma política de valorização do café, através da compra e queima dos excedentes do produto. Para colocar em prática tal política, criou o Conselho Nacional do Café (CNC) em 1931.

– Em 1931, foi decretada a lei da sindicalização.

– Em março de 1932, instituiu a Carteira de Trabalho.

– Instituiu o Código Eleitoral em 1933. Este estabeleceu o voto secreto, o voto feminino e a justiça eleitoral no país.

– Em junho de 1933, criou o Instituto do Açúcar e do Álcool.

– Convocou eleições para a Assembleia Constituinte para a elaboração de uma nova Constituição (promulgada em 1934).

Apoiou e defendeu as medidas que garantiram os direitos trabalhistas na Constituição de 1934.

– No começo de 1934, criou o Código Florestal.

Governo Constitucional (1934 a 1937)

– Criou um decreto, em 1935, que colocou na ilegalidade a ANL (Aliança Nacional Libertadora), movimento de caráter socialista que se opunha ao governo Vargas.

– Em abril de 1935, instituiu a Lei de Segurança Nacional.

– Em janeiro de 1936, sancionou a lei que subordinou as polícias militares dos estados ao Exército Brasileiro.

Estado Novo (1937 a 1945)

– Em 10 de novembro de 1937, Vargas ordenou o fechamento do Congresso Nacional, extinguiu os partidos políticos, suspendeu a campanha presidencial e a Constituição Brasileira. Foi o começo da ditadura do estado Novo.

– Ordenou a elaboração de uma nova Constituição que concedesse poderes políticos ao executivo. Elaborada pelo ministro da justiça Francisco Campos, a Constituição de 1937 garantia os seguintes poderes à Vargas: fechar o Congresso, extinguir partidos políticos, estabelecer a censura, indicar interventores nos estados. De positivo, a nova Constituição apresentava uma nova legislação trabalhista.

– Criou o DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda), que foi um órgão voltado para fazer propaganda dos atos do governo, exaltando a figura do presidente. O DIP também foi responsável pela censura de jornais, rádios, cinema e outros órgãos de imprensa.

– Criou o DASP (Departamento Administrativo do Serviço Público) para controlar e coordenar os órgãos públicos.

– Repressão política com perseguição, prisão e até tortura de opositores políticos.

– Criou, em 1938, o Conselho Nacional do Petróleo.

– Criou, em 1939, o Conselho de Águas e Energia Elétrica.

– Fundou, em 1941, a Companhia Siderúrgica Nacional.

– Criou, em 1942, a Companhia Vale do Rio Doce.

– Criou, em 1944, o Conselho Nacional de Política Industrial e Comercial.

– Em 1942 estabeleceu a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial ao lado das forças que combatiam o nazismo.

– Em maio de 1943, sancionou a lei que estabeleceu a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)

Nicarágua Sandinista

Na década de 1920, o camponês Augusto César Sandino iniciou a formação de um grupo revolucionário a fim de intervir no imperialismo na Nicarágua. Ele defendia a realização de um projeto de distribuição de terras e saída dos militares americanos que ocupavam o território do país.

Após conseguir a saída das tropas estadunidense do país, por meio de guerrilhas, Sandino aceitou assinar um acordo onde concordava em depor das armas mediante a preservação da soberania de seu país. Entretanto, acabou sendo assassinado um ano depois de cessar a luta armada, por militares liderados por Anastásio Somoza Garcia que desejava instalar um governo ditatorial alinhado aos interesses norte-americanos. Durante as décadas de 1930 e 1970, a família Somoza controlou os ditames da vida política nicaraguense.
Contudo, em 1961, um novo movimento guerrilheiro foi formado com o objetivo de acabar com a intervenção estrangeira e a opressão ditatorial. A partir da reunião de líderes, como Tomás Borge, Carlos Fonseca e Carlos Mayorga, fundou-se a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN). Seus partidários passaram a formar sindicatos, abrir escolas de alfabetização e organizar focos em favor do seu projeto de natureza socialista.

No início de 1978, com a morte do jornalista Pedro Joaquín Chamorro, que participava ativamente contra a ditadura da família Somoza, uma guerra civil tomou conta do país. Por meio de batalhas contra as forças governistas, a FSLN conseguiu dominar o Palácio Nacional de Manágua, na capital do país. Chegando ao poder por meio da formação da Direção Nacional da Frente Sandinista de Libertação Nacional, o novo governo representado por Daniel Ortega prometeu dar fim às mazelas que tomavam o país.

No plano político interno, os sandinistas promoveram uma aproximação com as nações do bloco socialista. Além disso, prometiam um amplo processo de desapropriação onde o Estado controlaria as terras e as demais forças produtivas do país. O projeto radical oferecido pelos sandinistas acabou não só incomodando os interesses do bloco capitalista, bem como de porções heterogêneas da população nicaraguense. Dessa maneira, a partir de 1981, formou-se uma ação contra-revolucionária no país.

Os oponentes do governo sandinista, popularmente conhecidos como “Contras”, tiveram o apoio financeiro dos Estados Unidos e de membros da alta cúpula católica do país. Durante toda a década de 1980, o governo sandinista enfrentou uma grave crise econômica que ampliou as forças oposicionistas e colocou a Nicarágua à beira do caos. Em 1990, a crise acabou configurando uma derrota eleitoral dos sandinistas e a eleição de Violeta Chamorro.